sexta-feira, 11 de março de 2011

Alexandre Chan

Na adolescência, Chan queria ser psicólogo. Alguns anos depois, à época da escolha para o vestibular, buscou a arquitetura pois a psicologia não era uma profissão regulamentada. Passou em primeiro lugar no vestibular de arquitetura da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), vivenciando todo o fervor provocado pela construção da cidade de Brasília (1960). Veio a se formar em 1965. Em 1969 passou no concurso para o BNH (Banco Nacional da Habitação). No entanto, não assumiu o cargo porque queria escrever uma monografia defendendo a regionalização e aproveitamento dos recursos locais nos sistemas construtivos, o que ia contra a vertente técnica do Banco. Foi também indicado para assumir a cadeira de professor da Escola de Engenharia, em 1971, e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, em 1972, ambas na UFRJ. Como julgava não ter tempo para se dedicar adequadamente ao magistério, não assumiu os cargos. Na mesma época fundou a Associação dos Arquitetos, semente do futuro Sindicato dos Arquitetos do Rio de Janeiro, do qual também participou da fundação, além de ter atuado em várias diretorias. Atualmente tem trabalhado com projetos de forte motivação ambiental e socioeconômica, associando-se a fundações, empresas, empreendedores ambientais, construtoras, órgãos governamentais e empresas de terceiro setor.


As obras escolhidas foram:


Piscinão de Ramos ou Parque Ambiental da Praia de Ramos.








E a segunda obra: A Ponte Juscelino Kubitschek, também conhecida como Ponte JKA estrutura da ponte tem quatro apoios com pilares submersos no Lago Paranoá e os três vãos de 240 metros são sustentados por três arcos assimétricos e localizados em planos diferentes, com cabos tensionados de aço colocados em forma cruzada, o que geometricamente faz com que os cabos formem um plano parabólico.






Inicialmente orçado, em 1998, em R$40 milhões, estima-se que o custo total de construção foi de R$ 160 milhões. Sua beleza arquitetônica resultou num projeto estrutural de grande complexidade, mas apesar do custo adicional, o Governo do Distrito Federal considerou indispensável que a ponte estivesse ao nível da monumentalidade com que Brasília foi projetada.

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